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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
TAPEÇARIA CAMPECHE.
Ficou pronta agorinha mais uma da Série Rupestres...Neste caso a Inspiração foi o Painel existente na Ilha do Campeche.
www.pousodotapeceiro.com.br
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sábado, 22 de dezembro de 2012
Victor Molev
Sempre me chamou atenção o fato de os países da URSS empregarem muito a linguagem pictórica "Assamblage". Eu daqui considerava um tanto quanto ultrapassado porque me baseava na idéia de que era uma expressão super politizada relacionada com a Segunda Guerra Mundial. Agora penso que tinha tudo a ver porque eles tinham a Guerra Fria até a queda do muro de Berlim. Pois bem, este material do Victor Molev me deixou encantada, porque parece ser uma evolução pictórica e significativa com origem no Assamblage. É muito legal e me parece um rumo farto e interessantíssimo. A ilusão passa a ser incluída como "força plástica" de forma muito necessária e contundente. E sem photoshop! A princípio.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
Mike Stilkey - A arte com livros - EUA
Você pode gostar muito de ler. Talvez já tenha até pensado em escrever um livro. Mas dificilmente imaginou fazer o que esse cara faz. Mike Stilkey é um artista estadunidense que usa livros para produzir obras de arte que ficam entre a pintura e a escultura. Seu belo trabalho já lhe rendeu exposições em vários países e reportagens em jornais importantes, e hoje você tem a oportunidade de conferir aqui um pouco desta arte.
São personagens misteriosos, melancólicos, antropomórficos e impressionantes, que parecem saídos de um filme de Tim Burton. Essa é mais uma prova de que existem diversas formas de você aproveitar melhor aquela enciclopédia velha que está pegando poeira em sua estante.

São personagens misteriosos, melancólicos, antropomórficos e impressionantes, que parecem saídos de um filme de Tim Burton. Essa é mais uma prova de que existem diversas formas de você aproveitar melhor aquela enciclopédia velha que está pegando poeira em sua estante.

domingo, 2 de dezembro de 2012
A Garrafa de Rapé
No final da Dinastia Ming, o rapé chegou à China, assim surgindo; de forma gradual, os frascos de rapé. A perícia feita na garrafa de rapé foi muito próspera na Dinastia Qing. A pintura dentro da garrafa de rapé surgiu no ano do Imperador Jia Qing. Esse tipo de habilidade desenvolvida de pintura no interior, agora torna-se consumado.
Inserir uma caneta delgada especialmente concebida com uma curva na ponta através do pescoço, contar com um talentoso artista que trabalha no espaço apertado da cavidade da garrafa, capaz de gravar desenhos vivos e caligrafias na superfície interna da garrafa, torna a pintura interna das garrafas de rapé em uma forma de arte única. O resultado é um conjunto de miniaturas requintadas de paisagens, naturezas mortas, retratos e caligrafias extasiando muitos colecionadores.
Inserir uma caneta delgada especialmente concebida com uma curva na ponta através do pescoço, contar com um talentoso artista que trabalha no espaço apertado da cavidade da garrafa, capaz de gravar desenhos vivos e caligrafias na superfície interna da garrafa, torna a pintura interna das garrafas de rapé em uma forma de arte única. O resultado é um conjunto de miniaturas requintadas de paisagens, naturezas mortas, retratos e caligrafias extasiando muitos colecionadores.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
Arte como um caminho da Compaixao
“Arte como um caminho para a compaixao” – o próprio titulo parece ser meramente poético… mas de fato, essa é a minha visão e explicarei resumidamente como vejo isso e o quanto a arte e o dharma são uma coisa só.
Arte nos ensina muito sobre o olhar. Como que uma pessoa olha um quadro e vê mil significados e outra só vê um borrão de linhas e cores? O quadro é o mesmo, o que diferencia é a visão, o individualismo aparente. O quadro é maravilho para quem enxergou arte e é uma piada pra quem viu apenas um borrão. Enfim, o quadro é belo ou feio? Ele não é nada, ou melhor, ele é o que você quiser, ou ainda melhor, ele é um espelho do que você é. Se você enxerga beleza, é porque você deixou que ele refletisse beleza no seu entender. Dentro de você se reflete algo belo, algo que lhe inspira, algo que lhe nutre a beleza e a felicidade de presenciar algo tão belo... e sentir a beleza, seja no que for, é o que tantos filósofos já diziam... esse sentir é o que nos traz mais perto do divino, ou o divino dentro de nós mesmos. Mais perto da nossa beleza e da nossa identificação com o belo, com o bom.
Por isso a partir do momento que aprendo a enxergar beleza nas coisas comuns, como por exemplo uma xícara com fundo de café – pode-se ver o contraste das cores, pode-se ver a historia de uma xícara que foi tomada, que acomodou o liquido em sua forma perfeita e dirigiu para dentro da boca de alguém com sede, ou puro desejo por um sabor. A xícara vai alem da porcelana, vai alem da sua linha, da sua luz... de repente ela se desmancha na paisagem... ela pertence a uma função, ou não, ela pertenceu às mãos de alguém, ou não. Interconexão. Tudo ali, explicito na presença muda da xícara. Todo o dharma - se eu só tivesse meus olhos de artista aberto o tempo todo, eu amaria todas as formas, não julgaria nada como feio ou mal-amado – tudo seria digno de ser amado, de receber um ato de compaixão. Um passo à frente é ver beleza até nas ofensas, isso não nos tira a razão de termos as atitudes mais adequadas, mas nos salva de gerarmos aversão pelo outro ou por uma coisa. Há beleza no movimento ríspido das relações, que através da dureza, elas lutam para se polir, se amadurecer – ao ser repugnante, se vê potencial de luta para ser algo brilhante. O potencial do belo existe em tudo como uma semente que guarda uma arvore gigante. O olho do artista é considerar sempre o potencial do belo, esse olhar é enxergar o que é e o que ha de ser. E por isso emerge dentro do teu ser a vontade e a motivação pura de ter verdadeira compaixão, pois tudo e todos, absolutamente todos, são merecedores de sua compaixão.
O espírito artista não se trata de quem pinta, ou cria coisas, antes disso acontecer, o trabalho é mesmo feito antes – o que o move a criar. Ele pode criar a partir de como as coisas o fascina, mas para o artista que vê a arte como caminho, ele sublima essa visão e vai alem, renovando suas motivações. Por isso que todos temos o potencial de ser artista e por isso esse caminho é também para todos poderem trilhar.
Quando me perguntam se gostava de pintar dês de criança, acho um pouco de graça... que criança nunca gostou? A questão é que eu continuei a pintar, mas a pessoa também não deixou de ver algo belo em outra profissão e mergulhou em seu aprendizado. Quem tem espírito de artista sempre se fascina com algo, porque ele vê a beleza e se contenta imensamente com aquilo – desperta também curiosidade e energia de desenvolvimento. E quanto mais intensificarmos essa visão, maior é nossa transformação – o potencial existe, em cada um de nós.
Tiffani Hollack Gyatso 08/2011
terça-feira, 2 de outubro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Damian Hirst- A substância das obras está em alta

(Colabroação Alexandre Antunes)
"Existia um hype que não era real, mas puramente especulativo. Com a crise, perdeu espaço a arte estúpida e ganhou a arte inteligente. A substância das obras está em alta."
Folha Online17/10/2009 08:18
Há pouco mais de um ano, uma esquizofrênica sequência de eventos virou de cabeça pra baixo o mercado das artes.
Em menos de 24 horas, o banco Lehman Brothers abriu falência, arrastando o sistema financeiro para o buraco, e um leilão de obras do artista-estrela Damien Hirst somou estratosféricos 111 milhões de libras (cerca de R$ 310,5 milhões) em vendas. A euforia deu lugar a reticência.
Passado um ano do início da crise, a sétima edição da Frieze Art Fair, uma das maiores feiras do mundo, abriu na última quarta com um desafio: entender como a recessão mudou a forma de fazer arte e negócios.
"A nova tendência é comprar com os olhos, e não com os ouvidos", avalia Nicholas Logsdail, dono da galeria Lisson, em Londres. "Existia um hype que não era real, mas puramente especulativo. Com a crise, perdeu espaço a arte estúpida e ganhou a arte inteligente. A substância das obras está em alta."
Para Hayden Dunbar, diretor da galeria nova-iorquina Paul Kasmin, apesar da melhora nos negócios neste ano, ainda não é possível falar em recuperação.
"O ritmo ainda está lento. Mas agora estamos lidando com colecionadores de verdade e não com milionários russos que querem fazer mais dinheiro com arte. É um mercado mais real", explica ele, ao lado de um quadro de Andy Warhol, negociado por 385 mil libras (por volta de R$ 1,07 milhão).
Essa nova conjuntura do mercado de arte vai na contramão da herança de Warhol, mapeada na exposição "Pop Life: Art in a Material World", atualmente em cartaz na Tate Modern, em Londres.
A mostra investiga o legado do artista a partir de sua famosa frase: "Um bom negócio é a melhor arte", e reúne nomes como Hirst, Jeff Koons, Keith Haring e Takashi Murakami.
São artistas que seguiram os passos da Factory, a fábrica de obras de arte criada por Warhol, e que souberam usar a mídia para transformar seus nomes em grifes.
Agora, os tempos são outros. De acordo com a Art Market Research, empresa que monitora o setor, os preços de arte contemporânea subiram 313% entre 2006 e 2008, mas, desde então, caíram mais de 60%.
Com o estouro da bolha das artes, as maiores vítimas foram justamente artistas hipervalorizados, como o grafiteiro Banksy e o próprio Hirst. O preço de seus trabalhos despencou, segundo pesquisa da revista "ArtReview".
este marcado giro em sua trajetória, dominada até o momento por provocadoras instalações de arte conceitual, Hirst almeja "ser reconhecido" e "obter a aprovação do público", disse Christoph Vogtherr.
14/10/2009 - 11h06
da Efe, em Londres
Damien Hirst, considerado o "enfant terrible" da arte britânica, conhecido pelas instalações com animais em formol, procura "reconhecimento" e "aprovação" com seu surpreendente retorno à pintura.

É o que disse à agência Efe Christoph Vogterr, o curador de sua nova exposição no museu Wallace Collection, em Londres, casa de verdadeiras obras-primas da pintura europeia clássica.
A partir de hoje, o museu recebe a primeira série de pinturas de Hirst, intitulada "No Love Lost, Blue Paintings by Damien Hirst", em exposição que vai até o dia 24 de janeiro.
A mostra consiste em 25 obras pintadas entre 2006 e 2008 com as quais o artista, considerado o mais influente de sua geração no Reino Unido, volta a pegar nos pincéis no sentido mais tradicional.
Com este marcado giro em sua trajetória, dominada até o momento por provocadoras instalações de arte conceitual, Hirst almeja "ser reconhecido" e "obter a aprovação do público", disse Christoph Vogtherr.
The Kingdom", obra do britânico Damien Hirst, que ganha exposição "No Love Lost, Blue Paintings by Damien Hirst" em Londres
A relação do artista de 44 anos com sua imagem pública, na qual se mistura a admiração por sua obra com um ceticismo por seu marcado instinto comercial, "é de amor e ódio", diz Vogtherr, já que dela tira proveito e, ao mesmo tempo, sente desgosto.
Assim, em diversas entrevistas anteriores à apresentação pública de seus quadros --alguns deles foram expostos antes em Kiev--, Hirst expressou seu temor de que a crítica os "destroçasse", algo que o curador disse acreditar que não vai acontecer.
"A surpresa inicial de ver o que foi capaz de produzir se transforma depois em um sentimento positivo", opina Voghterr, ao observar que as obras ainda são uma transição entre suas criações mais conhecidas rumo a "um novo caminho que não se sabe para onde o conduzirá".
"No Love Lost" é uma série de pinturas de tons escuros, com destaque para o azul e o preto, tendo a morte como tema recorrente.
Desde suas vacas e tubarões em formol até suas composições com bitucas de cigarro, muitas das obras do artista exploram esse conceito e que volta a abordar em suas pinturas, dominadas por caveiras, ossos e cinzeiros vazios, que para ele simbolizam cemitérios.
A obra "Floating Skull" (2006), um crânio azulado que salta sobre um fundo negro, pertence a uma série inicial da qual é a única sobrevivente e é muito mais obscura do que quadros posteriores, como "Men Shall Know Nothing" (2008), na qual a cor azul vai se fazendo mais presente.
Todas as obras exibem elementos típicos da produção do artista, entre eles ossadas e esqueletos de animais, o que confirma essa sensação de transição.
Para Voghterr, desde o início de sua carreira, Hirst "desafiou o que significa ser um artista" --no ano passado, escandalizou o mundo da arte e ganhou uma fortuna ao leiloar obras de sua autoria sem intermediários--, e seu salto à pintura seria outro passo nessa direção.
Também não é comum sua escolha da intimista Wallace Collection para apresentar sua pintura ao público; porém, segundo o próprio artista, ele quer estabelecer uma conexão com os pintores clássicos, "conectar com o passado".
Hirst bancou do próprio bolso uma reforma das salas da Wallace Collection que custou quase 250 mil libras para que sua exposição tivesse entrada gratuita. Ele é o segundo pintor vivo a expor no museu --o outro foi Lucian Freud, em 2004.
Damien Hirst procura "reconhecimento" com retorno à pintura
da Efe, em Londres
Damien Hirst, considerado o "enfant terrible" da arte britânica, conhecido pelas instalações com animais em formol, procura "reconhecimento" e "aprovação" com seu surpreendente retorno à pintura.

É o que disse à agência Efe Christoph Vogterr, o curador de sua nova exposição no museu Wallace Collection, em Londres, casa de verdadeiras obras-primas da pintura europeia clássica.
A partir de hoje, o museu recebe a primeira série de pinturas de Hirst, intitulada "No Love Lost, Blue Paintings by Damien Hirst", em exposição que vai até o dia 24 de janeiro.
A mostra consiste em 25 obras pintadas entre 2006 e 2008 com as quais o artista, considerado o mais influente de sua geração no Reino Unido, volta a pegar nos pincéis no sentido mais tradicional.
Com este marcado giro em sua trajetória, dominada até o momento por provocadoras instalações de arte conceitual, Hirst almeja "ser reconhecido" e "obter a aprovação do público", disse Christoph Vogtherr.
The Kingdom", obra do britânico Damien Hirst, que ganha exposição "No Love Lost, Blue Paintings by Damien Hirst" em Londres
A relação do artista de 44 anos com sua imagem pública, na qual se mistura a admiração por sua obra com um ceticismo por seu marcado instinto comercial, "é de amor e ódio", diz Vogtherr, já que dela tira proveito e, ao mesmo tempo, sente desgosto.
Assim, em diversas entrevistas anteriores à apresentação pública de seus quadros --alguns deles foram expostos antes em Kiev--, Hirst expressou seu temor de que a crítica os "destroçasse", algo que o curador disse acreditar que não vai acontecer.
"A surpresa inicial de ver o que foi capaz de produzir se transforma depois em um sentimento positivo", opina Voghterr, ao observar que as obras ainda são uma transição entre suas criações mais conhecidas rumo a "um novo caminho que não se sabe para onde o conduzirá".
"No Love Lost" é uma série de pinturas de tons escuros, com destaque para o azul e o preto, tendo a morte como tema recorrente.
Desde suas vacas e tubarões em formol até suas composições com bitucas de cigarro, muitas das obras do artista exploram esse conceito e que volta a abordar em suas pinturas, dominadas por caveiras, ossos e cinzeiros vazios, que para ele simbolizam cemitérios.
A obra "Floating Skull" (2006), um crânio azulado que salta sobre um fundo negro, pertence a uma série inicial da qual é a única sobrevivente e é muito mais obscura do que quadros posteriores, como "Men Shall Know Nothing" (2008), na qual a cor azul vai se fazendo mais presente.
Todas as obras exibem elementos típicos da produção do artista, entre eles ossadas e esqueletos de animais, o que confirma essa sensação de transição.
Para Voghterr, desde o início de sua carreira, Hirst "desafiou o que significa ser um artista" --no ano passado, escandalizou o mundo da arte e ganhou uma fortuna ao leiloar obras de sua autoria sem intermediários--, e seu salto à pintura seria outro passo nessa direção.
Também não é comum sua escolha da intimista Wallace Collection para apresentar sua pintura ao público; porém, segundo o próprio artista, ele quer estabelecer uma conexão com os pintores clássicos, "conectar com o passado".
Hirst bancou do próprio bolso uma reforma das salas da Wallace Collection que custou quase 250 mil libras para que sua exposição tivesse entrada gratuita. Ele é o segundo pintor vivo a expor no museu --o outro foi Lucian Freud, em 2004.
sábado, 14 de abril de 2012
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